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A maioria das empresas que já tentou e-mail marketing tem a mesma história: contrataram uma ferramenta, dispararam para uma lista mal segmentada, tiveram taxa de abertura de 8% e concluíram que “e-mail não funciona mais”.
O problema não é o canal. É a execução.
E-mail marketing continua sendo um dos canais com maior retorno sobre investimento no marketing digital — mas exige estratégia, segmentação e conteúdo relevante. Disparo em massa para lista fria não é e-mail marketing. É spam com botão de descadastro.
Na Cunha Marketing, o e-mail marketing começa pela estratégia: quem vai receber, o que vai receber, em qual momento e com qual objetivo. Só depois vem a ferramenta, o template e o disparo.
Instalação e configuração da plataforma de e-mail marketing (RD Station, mLabs ou outra compatível com a operação). Domínio de envio configurado corretamente para evitar que os e-mails caiam no spam.
Definição de objetivos, segmentação de lista, frequência de envio e tipo de conteúdo para cada segmento. Baseado no ciclo de vendas real da empresa, não em templates genéricos de boas práticas.
Layouts de e-mail com a identidade visual da empresa, otimizados para abertura em desktop e mobile. Templates reutilizáveis para campanhas recorrentes.
Copy, estrutura e design de cada campanha. Assunto, pré-header, corpo e CTA pensados para o objetivo específico daquela comunicação — não copiados da campanha anterior.
Execução do disparo com monitoramento de taxa de abertura, cliques, descadastros e conversões. Ajustes de rota baseados nos dados reais de cada envio.
Avaliamos o estado atual: qualidade da lista, ferramenta em uso, histórico de campanhas. Definimos o ponto de partida real.
Definimos objetivos, segmentos de lista, frequência e tipo de conteúdo para cada público. Alinhado ao funil de vendas da empresa.
Configuração da ferramenta, domínio de envio autenticado (SPF, DKIM, DMARC) e integração com outras ferramentas de marketing quando aplicável.
Desenvolvimento dos layouts e criação das campanhas com copy, design e CTA específicos para cada objetivo.
Execução, monitoramento de métricas e ajuste contínuo com base nos resultados reais de cada campanha.
Somos uma empresa de marketing sediada no interior de São Paulo, com mais de 13 anos de experiência em comunicação, marketing e estratégia para empresas B2B e industriais.
Não terceirizamos etapas. Não atendemos todo mundo. Não começamos pelo contrato.
O método da Cunha coloca a imersão como ponto de partida obrigatório — porque nenhuma campanha de e-mail funciona sem entender quem vai receber, o que essa pessoa precisa ouvir e em qual momento do ciclo de compra ela está.
Sim — e com retorno alto quando bem feito. O problema não é o canal, é a execução. Lista mal segmentada, conteúdo genérico e disparo em massa sem estratégia produzem resultado ruim. E-mail marketing com segmentação, conteúdo relevante e frequência adequada continua sendo um dos canais com melhor custo por resultado no marketing B2B.
Trabalhamos principalmente com RD Station e mLabs, mas avaliamos a melhor ferramenta para o perfil e orçamento de cada cliente. A ferramenta é escolhida depois de entender o volume de envios, o nível de automação necessário e as integrações com outros sistemas da empresa.
Avaliamos o que o cliente já tem. Se existe uma lista, auditamos a qualidade e definimos a estratégia de uso. Se não existe, definimos como construir uma lista qualificada — formulários no site, landing pages, ações de captação. Não compramos listas e nunca recomendamos isso.
Taxa de abertura é o percentual de pessoas que abriram o e-mail em relação ao total de destinatários. Para e-mail B2B, taxas acima de 20-25% são consideradas boas. Para B2C, o benchmark varia por segmento. O que mais impacta a taxa de abertura é a qualidade da lista e a linha de assunto.
As causas mais comuns são: domínio de envio não autenticado (falta de SPF, DKIM e DMARC), lista com muitos endereços inválidos ou inativos, conteúdo com gatilhos de spam e histórico de reclamações alto. Configuramos tudo isso corretamente antes do primeiro disparo.
Depende do objetivo e do perfil da lista. Para nutrição de leads B2B, uma frequência de 2 a 4 envios por mês costuma funcionar bem. Para e-commerce, pode ser maior. O que determina a frequência é o valor que cada e-mail entrega — não uma regra fixa de calendário.
Criamos tudo — estratégia, copy, design e disparo. Não fazemos só o disparo de conteúdo que o cliente envia. O resultado de uma campanha depende da qualidade do conteúdo tanto quanto da ferramenta e da lista.
Depende do volume de envios, da frequência de campanhas e do escopo de criação de conteúdo. Fazemos análise de escopo antes de qualquer proposta — sem compromisso.
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